Sim, um pouco mesmo, pois o universo dos phrasal verbs é vaaaaaaaaaaaaaasto…
Lembrando: phrasal verbs são verbos que recebem uma partícula preposicional ou adverbial e que, devido a isso, mudam totalmente o seu significado. O problema é que, enquanto alguns são simples da gente sacar o significado, outros não têm absolutamente nada a ver! Alguns phrasal verbs se tornam praticamente expressões.
Por exemplo, o verbo to be, que significa ser/estar, muda muito quando vira phrasal verb:
To be up to:
– It’s up to me to make sure all my students did their homework
– É de minha responsabilidade garantir que todos os meus alunos fizeram seus temas de casa.
– The decision is up to you!
– A decisão depende de você!
Alguns phrasal verbs permitem que o objeto fique entre o verbo e a partícula, como em to blow up:
– He wanted to blow up the building!
– He wanted to blow the building up!
– Ele queria explodir o prédio! … em ambos os casos.
Alguns phrasal verbs são fáceis de sacar o significado, como com to throw away:
– He threw the paper away when she arrived.
– Ele jogou o papel fora quando ela chegou.
Já outros, são impossíveis de se entender sem estudá-los, como to make out:
– Wow, Alice and John made out during the break!
– Uau! A Alice e o John se beijaram durante o recreio!
Nós usamos phrasal verbs mais frequentemente do que pensamos. Por exemplo, o shut up (cale a boca), grow up (crescer) e o come on (vamos!)
Sabe qual o grande lance dos phrasal verbs? Eles são indicativos flagrantes que diferem o nativo do proficiente, pois o nativo sempre vai preferir usá-los antes de um verbo comum, e que muitas vezes é parecido com o jeito que falamos em português. Como no caso que citei acima (do make out), o proficiente não-nativo poderá usá-lo, mas sempre vai ter uma vozinha interior dizendo para escolher o (to kiss each other), pois é parecido com português.
Na real precisamos é praticar. Sem dedicação, a estrada para a proficiência vai ser bem complicada e cheia de buracos!
Ok? See you next time!
